Hoje é o Dia Escolar da Não Violência e da Paz

Janeiro 30th, 2018

O Dia Escolar da Não Violência e da Paz comemora-se anualmente a 30 de janeiro.

A data foi instituída em 1964 em Espanha pelo poeta, pedagogo e pacifista espanhol Llorenç Vidal, mas foi acolhida a nível internacional. Foi escolhido o dia 30 de janeiro por assinalar o falecimento do grande pacifista indiano Mahatma Gandhi. Nos países do hemisfério sul com calendários escolares diferentes, a data comemora-se por volta de 30 de março. O objetivo do Dia Escolar da Não Violência e da Paz passa por alertar os alunos, os professores, os pais, os políticos e os governantes para a necessidade de uma educação para a paz, que promova valores como o respeito, a igualdade, a tolerância, a solidariedade, a cooperação e a não violência. Fomentar a comunicação entre todos, impedir situações de bulling e incrementar a amizade são preocupações deste dia.

 

 

CHEQUES – DENTISTA 2017/2018

Janeiro 22nd, 2018

ASSUNTO…
… Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO)
… Intervenção em alunos das escolas públicas e IPSS

A Circular Normativa n.º 02/DSPPS/DCVAE de 09/01/09 da Direção-Geral da Saúde destina-se a normalizar os procedimentos inerentes ao Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral – Crianças e Jovens que frequentam escolas públicas e IPSS. As crianças e jovens em idade escolar passaram, a partir de 2009, a estar abrangidas pelo novo modelo de prestação de cuidados de saúde oral (cheques – dentista). Este programa abrange as coortes dos alunos com 7 anos, 10 anos e 13 anos.

Durante o ano letivo 2017/2018 poderão beneficiar deste programa os alunos nascidos em 2010, 2007 e 2004.

Por isso, solicitamos e agradecemos a colaboração de V.ª Ex.ª para que se digne providenciar:

1 – O preenchimento dos suportes de informação (em anexo documentos em excel)
Tem de ser preenchido um suporte por cada turma onde existam alunos nascidos em 2010, 2007 e 2004.

2 – O envio de carta para os pais/encarregados de educação
Para a recolha de informação referente aos alunos, caso a considerem necessária, foi elaborada uma proposta de carta que, poderá ser enviada aos encarregados de educação.

3 – A centralização dos suportes devidamente preenchidos
O Coordenador da Educação para a Saúde do vosso Agrupamento/Escola/IPSS será contactado pelo Gestor do Programa de Saúde Oral do Centro de Saúde da área da Escola, para proceder à recolha dos suportes atrás referidos.

4 – A entrega dos cheques – dentista aos encarregados de educação
O Gestor do Programa de Saúde Oral do Centro de Saúde providenciará a emissão dos cheques – dentista e a sua posterior entrega na Escola.
A entrega dos cheques – dentista aos Encarregados de Educação será efetuada pela escola/IPSS.

Os Encarregados de Educação podem escolher livremente o médico dentista e/ou estomatologista.
A lista dos médicos dentistas e/ou estomatologistas encontra-se disponível no sítio da Direção-Geral da Saúde em https://www.saudeoral.min-saude.pt/sisoral/pnpso/proAderentes.jsp e no Centro de Saúde/Extensão de Saúde /Unidade de Saúde Familiar.

Solicitamos a V.ª Ex.ª toda a colaboração, que consideramos imprescindível, na implementação deste programa, que em muito beneficiará a saúde oral dos nossos alunos.

MITOS E VERDADES SOBRE OS SUPLEMENTOS ALIMENTARES

Janeiro 9th, 2018

Integrado no plano de atividades do Clube de Saúde Escolar decorreu nos dias 08 e 09 de Janeiro um ciclo de palestras destinadas aos alunos do 12º ano de escolaridade subordinadas ao tema: “MITOS E VERDADES SOBRE OS SUPLEMENTOS ALIMENTARES”. 

As palestras decorreram em tempo letivo no Auditório da Escola, de acordo com o calendário em anexo. Foram orientadas pela Enfermeira Tânia Costa – assistente convidada da Unidade de Ensino de Enfermagem do Porto da Universidade Católica Portuguesa – e tiveram uma duração de 45 minutos.

Eis o calendário das palestras com a referência do dia, hora, turma, disciplina e professor acompanhante:

08.01.2018 (2ª Feira)

10:30 horas: 12LH1 (Português – Manuela Sampaio), 12LH2 (História – Carolina Morgado) e 12SE1 (Geografia – Maria Isbel Cruz)

11:30 horas: 12CT1 (Biologia – Beatriz Faria), 12CT2 (Biologia – Ilda Costa) e 12CT3 (E. Física – Armelino Bentes)

09.01.2018 (3ª Feira)

10:30 horas: 12RB (E. Física – Manuel Ventura), 12CM (Francês – Conceição Cunha) e 12EA (Físico-Química – Manuel Ferreira)

11.30 horas: 12AV1 (E. Física – Glória Oliveira), 12CT4 (APBL – Francisco Pinto) e 12CT5 (E. Física – Armelino Bentes)

Seguem fotografias do evento…

Hoje é Dia Universal dos Direitos da Criança

Novembro 20th, 2017

Hoje é Dia Universal dos Direitos da Criança: um dia especial para as crianças, pelas crianças. O dia de hoje, 20 de novembro, marca o aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, e representa um momento de reflexão sobre os desafios enfrentados pelas gerações mais novas. Hoje é um dia divertido com uma mensagem séria. Crianças e jovens irão assumir papéis de grande visibilidade em escolas, em empresas, na política, fazendo ouvir as suas vozes em solidariedade com as mais desfavorecidas e vulneráveis do mundo. Em Portugal, os mais novos também assumiram o controlo do Gabinete da Secretária de Estado Adjunta e da Educação esta manhã! #WorldChildrensDay UNICEF Portugal UNICEF
in, United Nations Regional Information Centre for Western (Publicado a 20/11/2017)

Origem da Data

A origem do Dia Internacional dos Direitos da Criança é bastante clara e significativa: foi a 20 de novembro de 1959 que se proclamou mundialmente a Declaração dos Direitos das Crianças e a 20 de novembro de 1989 que se adotou a Convenção sobre os Direitos da Criança. O objetivo da data é salientar e divulgar os direitos das crianças de todo o mundo.

Em Portugal realizam-se atividades solidárias como é o exemplo do Dia Nacional do Pijama, onde as crianças vão de pijama para a escola, relembrando o direito de todas as crianças a terem um lar, uma família e a proteção da sociedade.

Declaração Universal dos Direitos das Crianças

A Declaração dos Direitos da Criança foi adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, tendo a seguinte redação:

  • Todas as crianças têm o direito à vida e à liberdade.
  • Todas as crianças devem ser protegidas da violência doméstica, do tráfico humano e do trabalho infantil.
  • Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importando a sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.
  • Todas as crianças devem ser protegidas pela família e pela sociedade.
  • Todas as crianças têm direito a um nome e a uma nacionalidade.
  • Todas as crianças têm direito a alimentação, habitação, recreação e atendimento médico.
  • As crianças portadoras de deficiências, físicas ou mentais, têm o direito à educação e aos cuidados especiais.
  • Todas as crianças têm direito ao amor, à segurança e à compreensão dos pais e da sociedade.
  • Todas as crianças têm direito à educação.
  • Todas as crianças tem direito de não serem violadas verbalmente ou serem agredidas por pais, avós, parentes, ou mesmo a sociedade.

Dia Mundial do Diabetes 2017

Novembro 14th, 2017

Dia Mundial da Diabetes. Doença mata mais de 10 pessoas por dia em Portugal

Novembro 14th, 2017

Cerca de 10 em cada 12 portugueses morrem por dia devido à diabetes. Segundo o relatório nacional divulgado esta terça-feira pela Direção-Geral de Saúde (DGS), esta doença afeta mais de um milhão de pessoas em Portugal.

O documento revela que a mortalidade causada por esta doença tem vindo a dimi612831nuir, sendo que 2015 foi o ano que se registou a taxa mais baixa: 19,4 mortos por 100 mil habitantes.

Por ano, devido à diabetes, morrem entre 2.200 a 2.500 mulheres e cerca de 1.600 a 1.900 homens. Esta doença afeta mais de 13% da população portuguesa e estima-se que 44% das pessoas com diabetes ainda estejam com a doença por diagnosticar.

Apesar dos centros de saúde realizarem avaliações pra diagnosticar a doença precocemente, o Programa Nacional para a doença propõe que se aumente o número de diagnósticos precoces. De 2015 para 2016, o número de diagnósticos sofreu um decréscimo,de 621 mil para 619 mil.

A DGS pretende ainda, até 2020, aumentar o número de novos diagnósticos através da avaliação precoce, com o objetivo de diminuir a mortalidade prematura e o desenvolvimento da doença em pessoas de risco.

Jornal “SOL” – 14.11.2017

GABINETE DE INFORMAÇÃO E APOIO AO ALUNO 2017/2018

Novembro 9th, 2017

GABINETE DE INFORMAÇÃO E APOIO AO ALUNO

1. Local de funcionamento

Gabinete do Clube de Saúde (Bloco D – 1º Piso)

 

2. Datas de funcionamento – TERÇAS FEIRAS

DAS 8.30-11.30 horas (Enfermeira Adriana Silva)

 

3. Porque existimos?

Para criar nas Escolas Espaços de Saúde, dando cumprimento à Lei nº60/2009 de 6 de Agosto, que estabelece a implementação de “um Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno no âmbito da Educação para a Saúde e Educação Sexual”, no Ensino Básico e Secundário.

 

4. O que se pode transferiresperar do G.I.A.A.?

•Atendimento individual ou em grupo;
•Esclarecimento de dúvidas e anseios;
•Aprofundar conhecimentos sobre vários assuntos;
•Conversas informais;
•Encaminhamento para unidades de saúde (se necessário);
•Privacidade;
•Confidencialidade

 

5. Enfermeirtransferir (1)o na Escola, pretende:

•Promover a saúde dos alunos;
•Elevar o nível educacional e da saúde da população escolar;
•Promover estilos de vida saudáveis;
•Sensibilizar para os diferentes cuidados de saúde e ensinar a usar os serviços de saúde convenientemente;
•Ajudar a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bem estar físico e social.

A dor e o medo vêem-se no rosto dos mortos?

Novembro 6th, 2017

http://p3.publico.pt/cultura/exposicoes/22654/dor-e-o-medo-veem-se-no-rosto-dos-mortos

No início do século XX, o primeiro director do Instituto de Medicina Legal de Lisboa, João Azevedo Neves, lançou uma hipótese. Seria possível traçar uma relação entre a expressão da face de um cadáver e a causa da morte de um indivíduo?

Pensava-se que respostaque procurava seria um passo importante para, em investigação criminal, se poder intuir, numa primeira instância, se a causa do óbito de alguém que 05_rostos_0tenha passado por uma morte violenta estaria associada a um suicídio ou a outra causa, como por exemplo homicídio ou acidente.

A partir da observação de expressões de máscaras de gesso, recolhidas entre 1913 e 1945 directamente de moldes da face de vítimas de enforcamento, acabou por concluir que não e08_rostosxistia uma relação directa.

Vinte dessas máscaras, de uma colecção de quase 300, estão agora expostas na Reitoria da Universidade do Porto, na exposição Facies Mortis: Histórias de Vida e Rostos da Morte, até 27 de Janeiro, para celebrar os 15 anos do Instituto Nacional de Medicina Legale Ciências Forenses (INMLCF), resultante da unificação dos institutos de Coimbra, Lisboa e Porto. Na Primavera, a exposição segue para Lisboa. Lê o artigo completo no PÚBLICOAndré Vieira

Como a força do mar pode “sarar cicatrizes” do cancro da mama

Outubro 31st, 2017

http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/24830/como-forca-do-mar-pode-sarar-cicatrizes-do-cancro-da-mama

Quando Rebecca Pine foi diagnosticada com cancro da mama, passava muito tempo na praia. E a escrever. A natureza, as ondas e o rugir do mar em Long Island, Nova Iorque, eram uma “terapia” quando, aos 33 anos, um mês antes de se casar — com um estilo de vida saudável, um filho e desejos de outros a caminho —, o diagnóstico a apanhou de surpresa, conta, por email, ao P3. Sobreviveu, continuou sempre a visitar o mar, a vê-lo transformar conchas e objectos, e, depois de acabar de relatar a sua experiência com palavras, queria uma fotografia para mostrar um momento em particular. Escolheu-o porque foi especialmente difícil encontrá-lo retratado durante a sua pesquisa, antes da mastectomia. Já trazia a imagem na cabeça quando se encontrou com a fotógrafa, Miana Jun: queria ver-se e mostrar-se a amamentar a filha com a mama que o cancro não tinha levado. O retrato foi tirado pouco tempo depois de uma segunda mastectomia por prevenção, uma vez que a norte-americana foi também diagnosticada com uma alteração hereditária no gene BRCA1, que aumenta significativamente o risco de cancro.

Foi nesse encontro com Miana que começou a história do projecto The Brethebreastandthesea03ast And The Sea, que proporcionou a tantas mulheres um final feliz. É que, mais do que contar a sua experiência, Rebecca estava interessada em conhecer e escrever a de outras “sobreviventes”, como chama às mulheres nestas fotografias. Queria ajudar a “sarar-lhes as cicatrizes” e, para isso, tinha de as deixar bem à mostra. “Partilhar imagens das nossas cicatrizes ajuda outros que vão passar pelo mesmo a ter uma noção melhor de como vai ficar o seu corpo”, defende. “E ajuda-nos a não nos sentimos tão sozinhas.” 

projecto documental começou em 2013 e as duas mulheres deram o primeiro workshop sobre “o processo de cura interior e celebração de si mesmas e do mar” um ano depois. O local escolhido? O mar de Lonthebreastandthesea04g Island, claro. “É incrível como os participantes se sentem realizados e renovados depois de passarem tempo na água, com o ar fresco, os pássaros, o céu e uns com os outros”, conta a fotógrafa. “Eu tento mesmo capturar e sentir a interconectividade com todas as formas de vida nesse retrato.”

As mulheres entram na água juntas, como se vê nestas fotografias, e a primeira sensação, diz, é de “libertação”. Depois é a “paz e o laço de irmandade que se começa a formar entre as várias participantes”. As emoções que se seguem são difíceis de prever. “Os workshops envolvem uma conexão entre as sobreviventes e uma partilha íntima, atém de uma expressão criativa como, por exemplo, uma sequência de movimentos dentro de água”, explica. O objectivo é voltar a pôr nas mãos das mulheres a sua própria definição de beleza. Na opinião de Rebecca, “a maneira como os corpos das mulheres mudam durante o cancro da mama é diferente de como outros tipos de cancro afectam a imagem corporal”. “Altera as partes do nosso corthebreastandthesea18po que a sociedade diz serem as nossas características mais femininas e nós queremos normalizar estas alterações”, diz. As imagens, muitas das vezes, servem como ajuda “à decisão de fazer ou não reconstrução mamária”. 

“Eu vi em primeira mão como o projecto transformou as mulheres que participaram”, sublinha. “Estas imagens expressam momentos de verdade, que inspiram e encorajam.” Isto pode significar “dor e lágrimas”, mas também “alegria e felicidade”. O que Miana faz é retratar a sua viagem emocional, dentro do mar, que “tem a capacidade de nos reflectir e de nos suportar de formas que mais nenhum elemento consegue”. “Serem vistas é uma parte gigante do processo de cura”, acredita. As histórias que resultam das mais de 75 entrevistas a sobreviventes, pacientes e especialistas em tratamentos do cancro da mama vão ser reunidas em livro, que as autoras esperam ver publicado em 2018.

Esta segunda-feira, 30 de Outubro, celebra-se o Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama. Em Portugal, todos os anos, são detectados “cerca de 6000 novos casos de cancro da mama e 1500 mulheres morrem com esta doença”, lê-se no site oficial da Liga Contra o Cancro.

in, http://p3.publico.pt/

A hora mudou. O que implica isso na nossa saúde?

Outubro 30th, 2017

“Não acontece nada”. Quem o diz é Teresa Paiva, neurologista do Cento de Eletroencefalografia e Neurofisiologia Clínica – Professora Teresa Paiva, em declarações à VISÃO. A única coisa que realmente acontece… é que tivemos mais uma hora de sono para desfrutar na noite de sábado para domingo.

Segundo a especialista, “quando a mudança de hora permite que as pessoas durmam mais uma hora, não há indicadores de que possa acontecer alguma coisa” má para a saúde. transferir

“Dormir mais, em princípio, não faz mal”, diz a especialista, que insiste que ter mais uma hora de sono não afeta a saúde de qualquer maneira.

O problema aparece quando se dorme menos uma hora do que é costume, ou seja, durante a mudança horária primaveril. Mas mesmo assim, não está totalmente provado que assim seja.

“Ao existirem problemas é na mudança de hora da primavera”, refere a neurologista. “As pessoas podem ter mais acidentes”. No entanto, estas probabilidades são baseadas em premissas “muito questionáveis e que não são consensuais” entre todos os especialistas. Em adição, “as pessoas que queiram fazer fertilização artificial podem ter menos sucesso”, diz. “Mas os dados são questionáveis, há quem prove o contrário”.

Pelo que diz Teresa Paiva, a mudança horária não acarreta, em si, nenhum problema para a saúde. Os problemas vêm depois, durante o inverno, com a diminuição das horas de sol. “O problema não é a mudança da hora, vai ser depois no inverno”, diz. “As pessoas saem de casa de noite e entram em casa de noite, e isso sim, faz mal”.

Não se apanhar luz solar, para a especialista, é a raiz do problema. “Não apanhar luz do sol vai alterar os nossos ritmos circadianos, o nosso humor, a nossa capacidade de trabalho, a nossa vigília”. Inclusivamente, “estar sempre em ambientes elétricos, com luz elétrica, já foi declarado pela Organização Mundial de Saúde como um fator de risco de cancro”.

A especialista aconselha a, durante os meses de inverno, aproveitar os momentos solarengos para sair de casa e dar uma volta ao ar livre. Principalmente no período da manhã, pois “apanhar luz solar de manhã é o melhor antidepressivo, para todas as idades. E não se paga”, acrescenta.

in, Visão (Luis Pedro Cabral)