Archive for Janeiro, 2018

CHEQUES – DENTISTA 2017/2018

Segunda-feira, Janeiro 22nd, 2018

ASSUNTO…
… Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO)
… Intervenção em alunos das escolas públicas e IPSS

A Circular Normativa n.º 02/DSPPS/DCVAE de 09/01/09 da Direção-Geral da Saúde destina-se a normalizar os procedimentos inerentes ao Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral – Crianças e Jovens que frequentam escolas públicas e IPSS. As crianças e jovens em idade escolar passaram, a partir de 2009, a estar abrangidas pelo novo modelo de prestação de cuidados de saúde oral (cheques – dentista). Este programa abrange as coortes dos alunos com 7 anos, 10 anos e 13 anos.

Durante o ano letivo 2017/2018 poderão beneficiar deste programa os alunos nascidos em 2010, 2007 e 2004.

Por isso, solicitamos e agradecemos a colaboração de V.ª Ex.ª para que se digne providenciar:

1 – O preenchimento dos suportes de informação (em anexo documentos em excel)
Tem de ser preenchido um suporte por cada turma onde existam alunos nascidos em 2010, 2007 e 2004.

2 – O envio de carta para os pais/encarregados de educação
Para a recolha de informação referente aos alunos, caso a considerem necessária, foi elaborada uma proposta de carta que, poderá ser enviada aos encarregados de educação.

3 – A centralização dos suportes devidamente preenchidos
O Coordenador da Educação para a Saúde do vosso Agrupamento/Escola/IPSS será contactado pelo Gestor do Programa de Saúde Oral do Centro de Saúde da área da Escola, para proceder à recolha dos suportes atrás referidos.

4 – A entrega dos cheques – dentista aos encarregados de educação
O Gestor do Programa de Saúde Oral do Centro de Saúde providenciará a emissão dos cheques – dentista e a sua posterior entrega na Escola.
A entrega dos cheques – dentista aos Encarregados de Educação será efetuada pela escola/IPSS.

Os Encarregados de Educação podem escolher livremente o médico dentista e/ou estomatologista.
A lista dos médicos dentistas e/ou estomatologistas encontra-se disponível no sítio da Direção-Geral da Saúde em https://www.saudeoral.min-saude.pt/sisoral/pnpso/proAderentes.jsp e no Centro de Saúde/Extensão de Saúde /Unidade de Saúde Familiar.

Solicitamos a V.ª Ex.ª toda a colaboração, que consideramos imprescindível, na implementação deste programa, que em muito beneficiará a saúde oral dos nossos alunos.

MITOS E VERDADES SOBRE OS SUPLEMENTOS ALIMENTARES

Terça-feira, Janeiro 9th, 2018

Integrado no plano de atividades do Clube de Saúde Escolar decorreu nos dias 08 e 09 de Janeiro um ciclo de palestras destinadas aos alunos do 12º ano de escolaridade subordinadas ao tema: “MITOS E VERDADES SOBRE OS SUPLEMENTOS ALIMENTARES”. 

As palestras decorreram em tempo letivo no Auditório da Escola, de acordo com o calendário em anexo. Foram orientadas pela Enfermeira Tânia Costa – assistente convidada da Unidade de Ensino de Enfermagem do Porto da Universidade Católica Portuguesa – e tiveram uma duração de 45 minutos.

Eis o calendário das palestras com a referência do dia, hora, turma, disciplina e professor acompanhante:

08.01.2018 (2ª Feira)

10:30 horas: 12LH1 (Português – Manuela Sampaio), 12LH2 (História – Carolina Morgado) e 12SE1 (Geografia – Maria Isbel Cruz)

11:30 horas: 12CT1 (Biologia – Beatriz Faria), 12CT2 (Biologia – Ilda Costa) e 12CT3 (E. Física – Armelino Bentes)

09.01.2018 (3ª Feira)

10:30 horas: 12RB (E. Física – Manuel Ventura), 12CM (Francês – Conceição Cunha) e 12EA (Físico-Química – Manuel Ferreira)

11.30 horas: 12AV1 (E. Física – Glória Oliveira), 12CT4 (APBL – Francisco Pinto) e 12CT5 (E. Física – Armelino Bentes)

Seguem fotografias do evento…

6 de Janeiro – Proibido esquecer!…

Segunda-feira, Janeiro 8th, 2018

6 DE FEVEREIRO…

…decretado pelas Nações Unidas como dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina por traduzir numa agressão brutal contra a dignidade das mulheres.

Estima-se que 140 milhões de mulheres em todo o mundo sejam mutiladas e que três milhões de meninas estejam em risco anualmente.

O documentário anterior de Inês e Daniela Leitão transmitido na RTP África, “Foi um caminho de conhecimento, de partilha. Vivi muito tempo perto destas pessoas“, conta Inês Leitão sobre os testemunhos recolhidos
 “O documentário tem ele próprio uma grande esperança. Se tiver prevenido uma mulher ou uma criança de ter sido mutilada, valeu a pena todo o sacrifício“, conta Inês Leitão, guionista do documentário Este é o meu Corpo, à SÁBADO. O filme, de Inês e Daniela Leitão, conta com três testemunhos entre os 200 milhões de mulheres e crianças que são vítimas de Mutilação Genital Feminina (MGF) no mundo. Por elas, hoje cumpre-se o Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina. Como foi abordar estas vítimas de MGF, que vivem em Portugal? “Tivemos de fazer um caminho. Não foi logo ao primeiro encontro. Receberam-me em casa delas e fui a muitos almoços! Nem todas as mulheres que abordei aceitaram depois falar connosco. Foi um caminho de conhecimento, de partilha, vivi muito tempo perto destas pessoas. Para mim, foi uma riqueza enorme e hoje sou amiga delas. Também são minhas amigas. De outra forma não seria possível.” Hoje, as três mulheres “sentem que podem proteger as filhas“.
O filme recupera imagens do arquivo da RTP, captadas na Guiné-Bissau, e contém testemunhos de três mulheres que vivem em Portugal. “Tivemos um grande apoio da comunidade da Guiné-Bissau, e chegámos às mulheres através de uma associação que é a Filhos e Amigos de Farim”, conta Inês. “Apesar de terem a mutilação genital feminina no seu seio são a comunidade que está mais desperta para a necessidade de falar deste tema. Querem fazer alguma coisa. Agora falta dar poder a estas mulheres, para se tornarem elas próprias a sua voz. É um caminho que vamos fazendo todos juntos“, reflecte a guionista acerca deste seu quinto trabalho documental.

A ideia do documentário surgiu quando Inês soube que a MGF era uma realidade na Europa. “A primeira vez que tive consciência disso foi com um livro da Sofia Branco [Cicatrizes de Mulher]. As coisas foram surgindo, fui falando com a minha irmã e tivemos esta ideia de fazer o trabalho.” Apesar de ser uma prática comum na Guiné-Bissau, Inês Leitão considera que possa ter lugar também em Portugal, apesar de a prática ter diminuído muito com a criminalização. Contudo, a “moda” é tentar levar meninas para África. “Ouvi falar numa mulher que tentou levar crianças para a Guiné no Cacém, e houve qualquer coisa na Damaia…“, recorda.

Para Inês, Portugal deve continuar o combate à MGF em várias vertentes, e “apostar na formação e dar mais poder a estas mulheres“. “Elas deixam uma mensagem de esperança, de quem estabeleceu o compromisso para erradicar este flagelo. Agora se isso acontecerá a curto prazo, tenho sérias dúvidas“, lamenta.