Archive for the ‘Saúde’ Category

16 de OUTUBRO – Dia Mundial da Alimentação

Quinta-feira, Outubro 16th, 2014

A Ordem dos Nutricionistas assinala o Dia Mundial da Alimentação demonstrando aos cidadãos como um estilo de vida saudável pode estar a “cinco passos de cada um”, através de um vídeo explicativo que irá auxiliar a população, profissionais de saúde e educadores na adoção e promoção de bons hábitos.

Ébola, um vírus que se alimenta da miséria

Quarta-feira, Outubro 15th, 2014

Não tem cura, mas é possível ser combatido e controlado, como foram os surtos no passado. Na Guiné-Conacri, na Libéria e na Serra Leoa o vírus do ébola está fora do controlo, mas a reunião de dia 1 de Agosto com a Organização Mundial de Saúde e os governos poderá ajudar a inverter a situação.

Ao contrário do rio Ébola, a aldeia Yambuku não aparece no Google Maps. Mas poderia estar lá, no norte da República Democrática do Congo. Aliás, poderia ser este nome a aterrorizar organizações de saúde, governos e, principalmente, as populações da Guiné-Conacri, da Serra Leoa e da Libéria, onde o pior surto de sempre do vírus do Ébola deflagrou, com 485 mortes confirmadas. A doença surgiu pela primeira vez em Yambuku, em 1976, quando o território se chamava Zaire. O seu nome não se tornou famoso por sensibilidade e bom senso.
Peter Piot, o cientista belga que primeiro descobriu o vírus numa amostra vinda daquela aldeia, enviada para o Instituto de Medicina Tropical de Antuérpia, na Bélgica, e que de seguida voou para o Zaire para lutar e exterminar o surto original, que matou 300 pessoas, explicou à BBC News esta questão: “Não quisemos dar à doença o nome da aldeia, Yambuku, por ser tão estigmatizante.” Na altura com 27 anos, o virologista e a equipa olharam para uma alternativa, procuraram o rio mais perto da região, e lá estava o Ébola. ebola-virus

Desde aí, os mais de 20 surtos que aconteceram nas décadas seguintes e mataram 1323 pessoas manifestaram-se quase sempre na África Central, nunca ganharam a dimensão do que se passa agora na África Ocidental, onde o atraso, a falta de organização estatal e o estigma estão a falar mais alto. “Não nos devemos esquecer que esta é uma doença de pobreza, de sistemas de saúde disfuncionais e da desconfiança”, defendeu Peter Piot, que hoje é director da London School of Hygiene and Tropical Medicine, no Reino Unido.

O vírus do ébola causa febres hemorrágicas. Sem haver nenhum medicamento ou vacina, o viros infecta as células endoteliais dos vasos sanguíneos e linfáticos, além de infectar outros órgãos. Entre o segundo e o vigésimo primeiro dia de contágio, aparece a febre, a fraqueza e dores. As hemorragias, que vêm depois, são fruto do colapso dos órgãos e dos vasos.

Nesta fase a doença é especialmente infecciosa, quando os vírus inundam o sangue e as secreções e outra pessoa pode entrar em contacto com estes fluídos. O ébola é muito mais controlável do que os vírus da gripe que são transmissíveis pelo ar. No entanto, quem contrai a doença, tem um alto risco de morrer. Os médicos tentam controlar a progressão da infecção baixando a febre, mantendo o doente hidratado e tratando infecções secundárias.

O surto actual terá começado no final de 2013 na Guiné Conacri, junto da região fronteiriça com a Libéria e com a Serra Leoa. Mas só este ano, em Março, os casos começaram a disparar. A doença acabou por alastrar para a Libéria e para a Serra Leoa. Um viajante norte-americano que estava na Libéria, onde contraiu a doença, acabou por morrer na Nigéria. Um médico norte-americano que contraiu a doença chegou ontem aos Estados Unidos onde vai ser tratado num hospital em Atlanta.

Até agora, há 485 mortes confirmadas e 909 infectados, mas segundo o relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 31 de Julho, estima-se que haja 729 mortes causadas pelo ébola e 1323 pessoas infectadas com o vírus. Continua a haver novas transmissões, o surto não está controlado.

“O vírus do ébola apareceu em países em que nunca tinha aparecido, não havia nenhuma capacidade de resposta”, diz ao PÚBLICO Jaime Nina, médico e clínico do Hospital Egas Moniz, especialista em infecções tropicais, e professor no Instituto de Higiene e Medicina Tropical. “São países que além de serem paupérrimo têm partes que são controladas por guerrilheiros.”

Os relatos dão conta de instalações de saúde com poucos meios que trabalham num contexto dificílimo. As comunidades apanhadas pelo vírus estão isoladas, desconfiam da medicina ocidental, optam por recorrer à medicina local e a práticas ritualísticas. Muitas vezes, acham que a doença foi uma invenção dos brancos e associam a entrada nos centros de saúde à morte certa.

Jaime Nina aponta que no mais pobre dos três países, a Guiné Conacri, a incapacidade de combater o ébola é ainda maior e isso reflecte-se na fatalidade desta doença. A mortalidade é de 73,7% na Guiné Conacri, enquanto na Libéria é de 47,4% e na Serra Leoa é de 43,7% (casos estimados e confirmados).

Na sexta-feira, da reunião entre Margaret Chan, directora-geral da OMS, com os presidentes dos três países, saiu um sinal positivo. “Os presidentes reconhecem a natureza séria do surto de Ébola nos seus países”, disse Margaret Chan após a reunião, citada pela agência Reuters. “Os presidentes estão determinados a fazerem medidas extraordinárias para trava o ébola nos seus países.”

Nicolau Ferreira (Público), 03/08/2014

Os 10 Vírus e Bactérias Mortais

Terça-feira, Outubro 7th, 2014

Neste óptimo vídeo conhecerá 10 dos milhares de vírus mortais que existem e também saberá como esses parasitas se infiltram dentro de nossos corpos.

7 milhões de mortos em 2012 devido à poluição do ar

Terça-feira, Março 25th, 2014

Cerca de sete milhões de pessoas morreram em 2012 por exposição à  poluição do ar, que se transformou no maior fator de risco ambiental  para a saúde no mundo, alerta hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A conclusão resulta de novos dados hoje divulgados, segundo os quais uma em cada oito mortes em 2012 se deveu à exposição à poluição do ar, dado que mais do que duplica estimativas anteriores e confirma que a poluição do ar é agora o maior fator de risco ambiental para a saúde humana.

Reduzir a poluição do ar poderia salvar milhões de vidas, escreve a OMS num comunicado.

“Os riscos da poluição do ar são agora muito maiores do que se pensava, particularmente no que respeita a doenças coronárias e AVC”, disse Maria Neira, diretora do departamento da OMS para a saúde pública, ambiente e determinantes sociais da saúde.

“Poucos fatores de risco têm hoje maior impacto na saúde global do que a poluição do ar; as evidências alertam-nos que é preciso uma ação concertada para limpar o ar que respiramos”, acrescentou.

Segundo as estimativas agora divulgadas, a poluição do ar interior esteve ligada a 4,3 milhões de mortes em 2012 em lares com fogões a carvão, lenha ou biomassa.

Já a poluição do ar exterior terá estado na origem de 3,7 milhões de mortes em todo o mundo.

Como há muitas pessoas expostas à poluição interior e exterior, a mortalidade associada às duas fontes não pode ser simplesmente adicionada, daí a estimativa de sete milhões de mortes em 2012.

Os novos dados, adianta a agência da ONU para a saúde, revelam uma ligação mais forte entre exposição à poluição do ar interior e exterior e as doenças cardiovasculares, como AVC e cardiopatia isquémica, assim como a poluição do ar e o cancro.

Estas ligações juntam-se ao papel da poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, incluindo infeções respiratórias agudas e doenças pulmonares obstrutivas crónicas.

As novas estimativas baseiam-se, não só em mais conhecimento sobre as doenças causadas pela poluição do ar, mas também em avaliações mais rigorosas da exposição humana aos poluentes, através de melhores medições e tecnologias.

Estas melhorias permitiram aos cientistas analisar mais detalhadamente os riscos para a saúde numa cobertura geográfica mais ampla.A poluição ao ar livre e no interior dos espaços de habitação ou de trabalho transformou-se numa das grandes causas de morte

Em termos regionais, os países de baixo e médio rendimento na região do sudeste asiático e do Pacífico ocidental foram as que registaram maior número de mortes associadas à poluição do ar, com um total de 3,3 milhões de mortes ligadas à poluição do ar interior e 2,6 milhões de mortes associadas à poluição do ar exterior.

“Limpar o ar que respiramos previne doenças não transmissíveis e reduz as doenças entre as mulheres e os grupos vulneráveis, como as crianças e os idosos”, disse Flavia Bustreo, diretora-adjunta da OMS para a saúde da família, mulheres e crianças, citada no comunicado da OMS.

“As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado da poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa a respirar os fumos e fuligens de fogões a carvão e a lenha”, acrescentou.

Segundo os dados da OMS, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares como a cardiopatia isquémica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%).

Já a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) é responsável por 11% das mortes ligadas à poluição interior, enquanto o cancro do pulmão (6%) e as infeções respiratórias agudas em crianças (3%) são responsáveis pelo restante.

No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se a AVC, 26% a cardiopatia isquémica, 22% à DPOC, 12% a infeções respiratórias agudas em crianças e 6% ao cancro do pulmão.

in, DN (25.03.2014)

Condicionamento físico das crianças piorou nas últimas décadas

Terça-feira, Novembro 26th, 2013

DSC_7397Um extenso e completo estudo realizado pela Universidade do Sul, da Austrália, afirma que a aptidão física e cardiovascular na infância piorou cerca de 15% ao longo dos últimos 30 anos em todo o mundo.

O estudo se baseou em 50 pesquisas sobre atividades físicas realizadas desde os anos 1960, em 28 países. Ao todo, esses trabalhos envolveram mais de 25 milhões de jovens de nove a 17 anos. Segundo a pesquisa, as crianças de hoje em dia não correm tão rápido e nem tão longe como seus pais nessa idade. Atualmente, as crianças demoram, em média, 90 segundos a mais para correr um quilômetro e meio.

De acordo com os pesquisadores, os resultados do estudo são uma consequência de mudanças no estilo de vida das famílias nos últimos anos. Um bom exemplo disso é o fato de cada vez menos crianças irem às escolas andando ou até mesmo realizarem brincadeiras ao ar livre como forma de lazer. Grande parte dos jovens prefere optar pelos televisores, computadores e celulares para se divertir.

Além disso, o sedentarismo infantil é cada vez mais significativo. Entre 30% e 60% da piora da aptidão física pode ser explicada pelo aumento de peso. Por isso, crianças devem praticar pelo menos 60 minutos de alguma atividade física ao dia, como correr, nadar, andar de bicicleta e até mesmo caminhar. Com o exercício físico é possível melhorar a saúde, autoestima, flexibilidade, desenvolvimento motor, postura, aquisição de habilidades de motricidade fina e o sistema cardiocirculatório, além de promover o crescimento, construção de ossos e músculos fortes e manutenção do peso adequado.

in, Portal de Educação Física (http://www.educacaofisica.com.br)

A actividade física faz bem ao cérebro

Quinta-feira, Outubro 25th, 2012

Um alerta para TODOS. Mexa-se pela sua SAÚDE…

Dia Mundial da Alimentação – 16 OUT

Terça-feira, Outubro 16th, 2012

Neste DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO decidimos apresentar uma acção realizada recentemente no Brasil.
Trocaram-se os pratos tradicionais do buffet de um restaurante de grande fluxo por outros 20% menores, nos quais literalmente faltava um pedaço.
A ideia era chamar a atenção para os 20% de alimentos que são desperdiçados diariamente no Brasil, campeão mundial no índice.
O que se passará actualmente no nosso país?
Fica esta acção a laia de exemplo e de reflexão…

O que o exercício físico pode fazer por si?

Quinta-feira, Fevereiro 16th, 2012

07/02/2012 — info2hmsportugal – Dr. Eduardo Mendes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreO que o exercício físico pode fazer por si?” com o Dr. Eduardo Mendes: O que o exercício físico pode fazer por si?

Leia o texto do áudio aqui:

O exercício regular apresenta muitos benefícios para a saúde.

Primeiro, diminui a probabilidade de sofrer de doença cardíaca, uma causa de morte importante em Portugal, ajudando a reduzir a pressão arterial, a prevenir a diabetes, a reduzir o excesso de peso e o risco de desenvolvimento dos cancros do cólon e da mama.

Segundo, ajuda a manter fortes os ossos, a proteger as articulações, aliviando o inchaço e a dor e a manter as cartilagens saudáveis, o que pode limitar ou mesmo fazer reverter os problemas das articulações, nomeadamente dos joelhos.

Terceiro, ao ajudar a controlar o peso, promove a libertação de hormonas que elevam o humor, o alívio do stress, melhorando assim a nossa disposição geral.

Finalmente, pode aumentar a capacidade para combatermos as infecções, aumentando a nossa esperança média de vida.

Leia o artigo aqui: O que o exercício físico pode fazer por si?

Veja o vídeo:

MISSÃO: SAÚDE ORAL

Segunda-feira, Dezembro 12th, 2011

A RELAÇÃO ENTRE A SUA BOCA E A SAÚDE DO SEU CORPO

Segunda-feira, Dezembro 12th, 2011